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quarta-feira, 6 de maio de 2009

Comunicado - Novo Formato

Como eu comentei anteriormente, o objetivo do Comtatos sempre foi falar de coisas que aproximem as pessoas. Nada mais aproxima as pessoas do que a Cultura. Por isso, a partir de hoje nossa programação começa diferente: falaremos mais objetivamente de eventos culturais e da própria cultura em si.

Hoje os integrantes são: Nathalya Buracoff, Nara Soares, Ricardo Leite, Danilo Ribeiro e eu, mas teremos a colaboração de mais algumas nobres pessoas: Rogério de Moraes, escritor do Blog Obscenum e colunista de cinema do Guia da Semana; Carlos Alberto, advogado e aficionado em quadrinhos; Andréia Silva ou simplesmente Déia, designer, grande aventureira do mundo cult dos seriados de TV e escritora do blog i-déia; Heloisa Nicacio, jornalista que vivem em meio ao mundo da decoração e da moda; e Jéssica Vieland, fonoaudióloga e nossa mais nova colunista.

Em breve, outras pessoas devem se juntar a nós, mas por enquanto são esses os reforços para nosso time.

Nossa idéia é trazer a todos os leitores boas opções de Comtatos. Espero que gostem e que comentem para que possamos melhorar.

Grande abraço,

Platoon

O cinema americano dos anos 80 foi recheado de filmes sobre a guerra do Vietnã. Entre o desconsolo e o “ultra-patriotismo”, a América parecia querer tentar desvelar para si mesma seu trauma pela guerra perdida e tentar entendê-la, talvez entender a si mesma. Contudo, poucos filmes buscaram um mergulho realista, pois quando não eram ufanistas e banais, exaltando o heroísmo dos soldados americanos por trás de uma vilania fabricada do inimigo, buscavam o choque pelo absurdo dentro do absurdo, como na excelente epopéia de Francis Ford Coppola: Apocalypse Now. Mas é em Platoon, de Oliver Stone, que se vai muito além de tudo isso, justamente porque não se vai tão longe.

Lançado em 1986, Platoon trouxe para o cinema talvez a mais verdadeira história de guerra de seu tempo, sem maquiar o conflito e nos jogando para dentro de sua mais franca objetividade: a falta de sentido. Se em Apocalypse Now Coppola já pincelava o absurdo da ausência de sentido com as cores fortes da esquizofrenia da guerra e seu lado mais lisérgico, em Platoon Oliver Stone a revela inteiramente real e desnorteante.

A percepção dessa banalidade bélica é mostrada pela “queda” de Chris (Charlie Sheen), o novato que chega ao pelotão, soldado voluntário de família abastada que larga os estudos para defender seu país. A tal “queda” a que me refiro é uma descida ao inferno, na qual pouco a pouco Chris vai perdendo sua inocência e tomando consciência da realidade da guerra, enquanto seus ideais se esfacelam frente a vivência do combate, através do qual percebe que a verdade vive dentro da completa ausência de verdades.

E quanto mais fundo Chris desce na lama da humanidade, mais se vê como parte dela, chafurdando junto aos companheiros, sem mais distinguir humanos de bestas, sem mais distinguir o certo do errado. Ali o que há é o horror. Horror que se manifesta na violência, no ódio, no abuso e na explosão da bestialidade humana. O que ocorre frente aos olhos de Chris é a desmistificação de qualquer ilusão. É a secura da realidade, da natureza humana e de sua animalidade latente vindo à tona em atos de covardia e sadismo.

O filme conta ainda com atuações marcantes de Willem Dafoe e Tom Berenger como dois sargentos antagônicos em métodos e perspectiva de guerra, além da atuação excelente do próprio Charlie Sheen.

No final, Platoon explica-se naquilo que não tem explicação, justamente por explorar a visão de dentro do combate e do dia-a-dia da guerra, transpondo para o expectador a mesma impressão dos soldados: a de absoluta falta de sentido. Não sem propriedade, já que o próprio Stone, também autor do roteiro, combateu no Vietnã e vivenciou a guerra e sua banalidade animalesca. Em seu filme não nos poupa do horror, mas deixa claro, mesmo sem palavras, mais que o final de Apocalypse Now do Coppola, onde as palavras “o horror, o horror” ressoam no desfecho como síntese da guerra. Em Platoon as palavras finais não dizem, mas o que ouvimos de dentro do filme é também a síntese de qualquer guerra: o vazio, o vazio...
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Platoon
Dir. Oliver Stone
1986/EUA
120 min.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Dica de Blog

Pra quem acompanha o mundo da fotografia, sabe que Glória Flügel é um nome importante a ser mencionado. Grande retratista e que compõe, pra mim, um ranking dos grandes fotógrafos brasileiros.

Essa personalidade do mundo dos cliques tem um blog, que eu recomendo e acompanho com todo o prazer. O Será Arte? é um pouco do que falta hoje em dia: de um modo simples, criar.

A proposta é a seguinte: foto(s) e fragmentos de texto(s). Agora... Será Arte?

Pra mim é arte! e da boa!

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Futebol Global!

Eu, que evito falar de futebol, tenho algo pra falar. Talvez não seja de todo cunho futebolístico. Na verdade, trata-se de minha indignação sobre um fato que vem acontecendo periodicamente.

Quem me conhece sabe que sou Sãopaulino, campeão dos campeões, porém dessa vez tenho que relatar minha tristeza, mas tomando as dores de outro time. O Palmeiras, o time que eu mais odeio, não pode ter seu jogo decisivo pela Libertadores da América televisionado pelo único canal aberto que tem os direitos de transmissão.

Já não é de hoje, que a Rede Globo coloca qualquer que seja o time para trás para mostrar os jogos do Corinthians, e torna-se ridiculamente injusto mostrar um jogo de Copa do Brasil com mais prioridade do que um da Libertadores. Qualquer imbecil, em relação a futebol, sabe que trata-se do toneio de maior importância das Américas e a definição deste campeonato levará a decisão do maior clube do mundo.

Diante disso, fica minha consternação, não por esse ou por aquele time, mas pelo futebol, pela justiça.

E que venha a próxima fase da Libertadores!!! Meu rádio nunca falha!!!

sábado, 25 de abril de 2009

Minha Paciência tem limites!!!

Paciência, segundo o dicionário, é a qualidade de quem suporta problemas ou incômodos sem queixas nem revoltas, ou a qualidade de quem espera com calma o que está demorando. Eu perdi as minhas duas qualidades que eu acabei de mencionar acima e não sei onde coloquei.

Ultimamente, tenho notado que perdi as estribeiras, mas existe um motivo: eu tenho assistido muito ao Seu Lili - personagem criado e interpretado por Marcelo Mansfield - que na verdade é um ranzinza de mão cheia - mas o fato é que o mundo está meio de cabeça para baixo.

Você já ouviu isso milhões de vezes dos seus pais, dos seus avós e dos amigos, mas me parece que tudo vem piorando exponencialmente.



As pessoas não escutam mais uma pergunta para respondê-la, sempre com respostas atravessadas, secas. Além disso, perderam o senso de humor, e para interpretar algo que você disse da maneira errada é só começar uma piada.

Mas como muitas vezes falamos por aqui, acredito que o tempo tem sido fator crucial para se manter ou não uma boa relação entre as pessoas. Por conta do pouco que tempo que temos e a quantidade gigantesta de atribuições que nos são encarregadas, aquilo que atravessa nosso caminho passa a ser nosso adversário. E como em toda boa batalha, ao encontrar o inimigo a nossa função é eliminá-lo.

Um exemplo clássico disso é quando você perde duas horas inteiras para saber como fazer para migrar o seu plano de telefonia celular. Às vezes você quer gastar mais com aquele serviço e descobre que o atendimento prestado é péssimo e que a empresa não merece que você seja cliente, logo depois chega a conclusão de que não existem opções satisfatórias dentre todas as empresas. Você quer fazer uma reclamação para a Anatel, mas lá a burocracia é enorme, e para dar continuidade a um processo por conta de um atendente mal educado você perde mais do pouco tempo que você não dispõe, além de dinheiro com advogado e conseqüentemente perde também a saúde.

Isso mesmo, como se não bastasse a irritação gerada pela falta de compreensão, o corpo também se manifesta a essa apoteose de ira e desencadeia basicamente dois processos. O primeiro, psicológico, demonstra que a irritação é um modo de mostrar que você está insatisfeito com algo e que gostaria de mudar; o segundo, orgânico, desencadeia uma série de sintomas que vão desde o corpo ficar em estado de alerta, até contração de músculos, doses de adrenalina descarregadas no corpo, dores de cabeça, entre outros fatores. Uma matéria muito interessante que trata do fato mais profundamente pode ser encontrado na revista Mente e Cérebro.

O tempo tem sido um fator tão importante, que por falta dele deixamos de postar aqui, mas isso é passado. A idéia é voltar a escrever e trazer novidades.
Espero que gostem dessa nova fase do COMTATOS.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Com fusão


- Só sobrou você.

- Hunf!

- É eu sei, mas só sobrou você.

-...

- Relaxa, você vai ver como é fácil falar das coisas simples da vida.

- É?! Eu acho tão difícil ser simples para falar.

- Por quê? Não precisa de nada. É só falar.

- Não é só falar....

- Ah, pára com isso.Claro que é!

- Não, na verdade você sabe o que é, quer dizer, parece que você sabe, mas quando você vai falar, nesse instante de tradução, as coisas se complicam. Se você só sente parece até mais simples. Mas quando sai de você e ganha o mundo, aí não é a mesma coisa.

- Mas é aí que está a simplicidade, quando a coisa sai de você

...

- Huuuuum... Como a água quando evapora. Lembra dessa aula?

- Hein?

- Dos estados físicos da matéria, você lembra? Solidificação, condensação? Como que era aquela? Tinha uma que eu adorava...

- Do que você tá falando?

- A sublimação! Ah, fala sério?! Não é genial?!

- Sei lá! Não lembro dessa. Só sei as básicas, solidificação, fusão, evaporação.

- Não lembra?!

- Pô, eu devia ter uns 10 anos. Você quer que eu lembre de todas?

- Ah, mas tem coisas que marcam a gente pra vida toda.

- Uma aula de ciências?

- Não, a sublimação!

- Você tá bem?

- Se alguém fala para você que a matéria está em estado de sublimação, o que você imagina?

- Sei lá! O que você imagina?

- Algo sublime, oras!

- Há há há. Essas suas analogias....

- A gente tem que viver alguns estados de sublimação, sabe?! É como o gelo que derrete.

- Huuuum.. Peraí, mas essa não é a fusão?

- Não a fusão é depois....

- Não, dessa eu lembro. Do sólido para o líquido é a fusão.

- Não, quando o gelo derrete é a sublimação.

- Hã?

- Imagina comigo. Vocês estão na cozinha, conversando sobre as coisas simples da vida. E de repente, ele abre um sorriso lindo para uma besteira qualquer que você disse, e você perde o chão. Taí, a sublimação.

- Há há há, e a fusão?

- É quando ela te beija.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Flip – Paraty aqui vou eu...


Está chegando o dia tão esperado. Dia 04 de julho estou rumando à Paraty. Finalmente vou ter a oportunidade de participar da FLIP Festa Literária de Paraty.

O ano passado, nesta mesma época, só que aqui em São Paulo e fui na FLAP – Festa Literária Alternativa que acontece ali no centro da cidade.

Os Satyros assim como a Praça Roosevelt tem tudo a ver com o evento. Um monte de gente interessante e divertida. Artista de rua, escritores da literatura marginal, poesia e romance, tem de tudo. Para todos os gostos!

Eu não sei exatamente quando acontecerá esse ano, ouvi rumores que será dia 01 de agosto, mas não sei ao certo. Seria bom se fosse essa data mesmo. Assim posso desfrutar das duas.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Yes, nós também teremos uma Calçada da Fama

São Paulo, não será mais a mesma. Os proprietários Alvaro Aoás e Luis Marcelo Lacerda do tradicional Bar Brahma lançaram um novo espaço. A esquina da MPB. Já marcaram com suas mãos nos blocos de cimento, cantores como Jair Rodrigues, Cauby Peixoto, Ângela Maria, João Bosco e Demônios da Garoa. Esse foi o primeiro movimento realizado para a inauguração da calçada da fama que fica exatamente no cruzamento da Ipiranga com a Avenida São João.

Eu estive lá no dia da inauguração e pude ter a sensação do que disse Caetano Veloso na música Sampa: Alguma coisa acontece no meu coração...

O espaço é super bacana, clean, e faz uma divisão interna com o Bar Brahma. Ou seja, as pessoas podem circular de um bar para outro sem problemas nenhum. Com um ambiente moderno, possui vários entretenimentos para o pessoal mais antenado nas novidades da tecnologia como Bluetooth Zone, televisores de plasma e e-blog.

A proposta é de apresentar novos nomes da MPB, artistas jovens com propostas de boas músicas, apesar de que, na semana da inauguração só tem talentos conhecidos como Hermeto Paschoal, Fernanda Takai e Nei Lopes. Mas eu não vejo problema nenhum nisso, afinal gosto de todos, sem exceção.

Na noite do dia 23/06 (data da inauguração) pude conversar com pessoas como Jair Rodrigues, Marco Matolli, a elegantíssima Dona Duda Ribeiro e seus rapazes simpaticíssimos (músicos de Duda) Alemão, Rodrigo e Gustavo.

A proposta é boa, o lugar é bom e o chopp é Brahma. Precisa mais?

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Tremendo de Medo

Terror é algo que mexe com a gente, principalmente, porque foge do óbvio. Nada discute tanto o indiscutível quanto o terror, são espíritos, monstros, almas penadas, casas assombradas entre outras coisas sobrenaturais que colocam em xeque alguns dogmas. Esse mundo já fez criações que passaram a existir na imaginação humana, como vampiros, lobisomens e fantasmas.

O assunto acabou sendo levado ao cinema, teatro, literatura e até aos quadrinhos. No cinema o autor Stephen Edwin King, mais conhecido como somente Stephen King, tem dezenas de filmes adaptados de suas obras como o incrível filme O iluminado, 1980, estrelado por nada mais nada menos que Jack Nicholson e dirigido por Stanley Kubrick, esse título é só um deles, você possivelmente já viu alguns desses filmes: “Carrie, a estranha”, “Cemitério Maldito”, "Christine, o Carro Assassino", “Tempestade do Século” e mais recentemente “Quarto 1408”, estrelado por John Cusack, e Samuel L. Jackson.


Foram muitos exemplos de filmes mas os quadrinhos de terror têm tomado um espaço importante no mercado, até nosso autor Brasileiro André Vianco lançou o seu Vampiro do Rio Douro. Temos outros nomes importantes nesse segmento como o Monstro do Pântano e Hellblazer que tiveram o grande Alan Moore como roteirista e fizeram esses nomes serem conhecidos mundialmente.


Stephen não podia ficar para trás e tem sua saga, A Torre Negra, escrita e “quadrinada” da melhor maneira possível, sob os roteiros de Peter David (Star Trek, Incrível Hulk, Aquaman, Wolverine) e arte de Jae Lee (Batman, Homem Aranha, X-Factor, Excalibur).
Abaixo você encontra a sinopse do primeiro episódio do quadrinho que conta os primeiros dias de um pistoleiro num mundo imerso de magia e suspense.

“Num mundo que seguiu adiante, o jovem Roland Deschain um dia será conhecido como o Pistoleiro – mas, por ora, ele é apenas um garoto às raias da idade adulta. Por anos, seu destino foi manipulado pelo feiticeiro conhecido como Marten Broadcloak. Roland finalmente decidiu tomar uma atitude, e o destino do mundo repousa nas conseqüências de seu atos... Testemunhe os primeiros dias da imortal criação do premiado roteirista Stephen King, numa minissérie escrita pelo inigualável Peter David e ilustrada pelos aclamados Jae Lee e Richard Isanove.”

Eu estou colecionando e recomendo!



***** A Torre Negra

Panini - Pelo Selo Marvel Comics

Minissérie mensal em sete edições (Eu já estou no terceiro episódio)
Formato americano
36 páginas
R$ 4,90
Papel LWC
Distribuição nacional

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Café com Livraria

Os livros geralmente te colocam num ambiente especial, num ambiente muitas vezes lúdico. Para dar asas a imaginação nada melhor que um café. O V. Café tem essa essência e desde a reinauguração da nova Livraria Cultura no Conjunto Nacional vem servindo seus frequentadores com os mais sofisticados cafés e afins.

O V. Café é do grupo Viena que desde 1975 serve aos transeuntes do prédio que hoje abriga o novo empreendimento. O V. Café oferece ambiente moderno e cardápio clássico com itens preparados na hora: tostados de brioche, pão de miga e beirute, sanduíches frios servidos no prato, salgados variados, a tradicionalíssima coxa-creme do Viena, cafés e chocolates quentes ou frios, sopas, bolos, tortas, cheesecakes, pudim, mousse, salada de frutas e sorvete.

A grande novidade que não existia em nenhum dos restaurantes do Grupo é a criação e elaboração de bebidas clássicas e muito bem produzidas com o apoio de baristas da Bravo Café.

O ambiente é elitizado, onde é possível encontrar pessoas degustando seus cafés com seus noteboks de tecnologia WiFi. A Livraria Cultura, por sua vez, substitui suas antigas quatro unidades – que foram desativadas – por uma área de 4,3 mil m2 dividida em três pisos, onde funcionou por 40 anos o tradicional Cine Astor, fechado desde 2001. É a maior livraria do país. Além de comportar uma revistaria, um teatro (Teatro Eva Herz) e espaços especiais para crianças, autógrafos, lançamentos e exposições temporárias, a loja passa a vender CDs e DVDs. Nesta seção, com um acervo de 35 mil exemplares e um enorme painel de Carlos Matuck na decoração, foi dada atenção especial ao jazz e à música clássica.

Para dar um gostinho todo especial a esse post a Assessoria de imprensa do V. Café nos mandou a receita de uma das delícias encontrada lá, aprecie essa opção como nós do Com Tatos.

Café Vienense

Ingredientes:
· 2 cubos de gelo de café*
· 3 colheres (sopa) de ovomaltine
· 5 bolas de sorvete de creme
· 30 ml de leite
*No dia anterior: preparar o café, colocar em fôrmas de gelo e congelar. Opção: substituir os dois cubos de gelo de café por uma dose de café bem forte + um cubo de gelo.

Decoração e finalização:
· 1 colher (sopa) de calda de chocolate
· Chantilly
· 1 colher (chá) de ovomaltine

Preparo:
· Decorar um copo alto com a calda de chocolate. Reservar.
· Bater no liquidificador os cubos de gelo de café, o sorvete e o leite.
· Acrescentar o ovomaltine e bater por mais um segundo (só para misturar, permanecendo o crocante).
· Finalizar com chantilly e ovomaltine.