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quinta-feira, 16 de julho de 2009

JEAN CHARLES

Sei que estou no terreno alheio, mas queria deixar o meu pitaco sobre Jean Charles, dirigido por Henrique Goldman. O diretor de outras três películas ainda é desconhecido no Brasil, talvez porque ele, hoje, é radicado em Londres. Goldman parece estar predestinado a este roteiro, pois assim que houve o incidente com Jean propôs um documentário que não foi adiante, e penso eu, que ainda bem que não fora, pois se tivesse acontecido talvez não vissemos um belo drama no cinema, além de não ganhar a propagação que o tema merece.

Bom, vamos começar pelo elenco, que contam com interpretações maravilhosas de Selton Mello e Luis Miranda. Selton não fez caricatura, não mostrou apenas um lado interessante do personagem, foi completo, e Luis foi brilhante, vocês vão notar que ele transmite, em um momento particular, em uma simples frase, o que é sentir culpa ou arrependimento (como disse a Nathy).

Passando pelo roteiro, fica muito claro (usando as palavras de minha irmã depois do filme) que "não pintam Jean Charles como um santo" e isso faz toda a diferença para o enredo. Jean é o típico brasileiro que leva as coisas no "jeitinho brasileiro", mas não é uma pessoa má. E isso é o que fica evidente na simplicidade em que Jean (Selton) leva as coisas, suas facilidade em fazer amigos e sobretudo mostrando o quanto a consciência é seu pior inimigo. Algo relevante é que o filme conta uma história que todos sabem o final, isso complicaria muito as coisas, mas ao contrário enobreceu a narrativa que foca na vida. Por alguns momentos chegamos a esquecer da tragédia no fim.

A fotografia me agrada bastante, mas os enquadramentos incomodam e os cortes são muito visíveis, assim como as cenas de câmera em punho que tremem demais e também são aflitivas, e ao meu ver, ficam um pouco fora de contexto. A trilha acompanha bem o filme e não deixa muitas marcas, a não ser quando o Sidney Magal sobe ao palco para cantar: O meu sangue ferve por você.

Colocando na balança, o filme tem muito mais pontos fortes do que fracos, e vale MUITO a pena assistir a história de Jean Charles de Menezes.



Ficha Técnica
Título Original: Jean Charles
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 90 minutos
Direção: Henrique Goldman
Roteiro: Marcelo Starobinas e Henrique Goldman
Produção: Carlos Nader, Henrique Goldman e Luke Schiller
Música: Nitin Sawhney
Fotografia: Guillermo Escalón
Edição: Kerry Kohler
Distribuição: Imagem Filmes

Elenco
Selton Mello (Jean Charles de Menezes)
Vanessa Giácomo (Vivian)
Luís Miranda (Alex)
Patrícia Armani (Patrícia)
Maurício Varlotta (Maurício)
Sidney Magal (Sidney Magal)
Daniel de Oliveira (Marcelo)
Marcelo Soares (Chuliquinha)
Rogério Dionísio (Bisley)

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Vini, Vidi, VIK

Os paulistanos têm até este domingo (19) para conferir a mostra VIK, do artista plástico e fotógrafo paulistano Vik Muniz, em cartaz desde 24 de abril, no MASP. A mostra traz 131 trabalhos realizados entre 1988 e 2008 e revela um panorama da produção do artista radicado em Nova Iorque há 25 anos.

foto: Ronaldo Junior (Homenagem a Vik Muniz)

Vik Muniz atraiu a atenção da comunidade artística internacional com fotografias de trabalhos realizados a partir de técnicas variadas e materiais inusitados - como a Mona Lisa feita de pasta de amendoim, o Che Guevara desenhado em geléia ou o retrato de Elizabeth Taylor montado a partir de centenas de pequenos diamantes.

Mas quem nunca desenhou no prato com ketchup? Ou, à espera de mais batata frita, não brincou de fazer smiles com mostarda? Todo mundo já seguiu a ideia do artista, mesmo sem grandes pretensões.

Pois bem, a originalidade de Vik Muniz está exatamente em levar às grandes galerias e museus algo diferente das obras conceituas que intimidam os visitantes. Ele mostra uma arte que, mesmo possuindo uma criação repleta de detalhes, é simples, criativa e de fácil compreensão pelos visitantes. Qualquer pessoa pode ser surpreendida pelas grandes obras do artista – e não é força da expressão, a mostra traz retratos de até 3 metros de altura. Quando esteve no Rio de Janeiro, a mostra reuniu um público heterogêneo formado por internos de instituições psiquiátricas, catadores de lixo, detentos de Bangu, jovens do Complexo do Alemão e da Cidade de Deus, assim como profissionais do mercado de arte e representantes da classe média carioca.

Os detalhes das obras de VIK foram ampliados de maneira que é possível reparar nos objetos encontrados no lixo que formam as fotografias da série Pictures of Garbage, feita com a colaboração dos catadores do Aterro Sanitário de Gramacho, no Rio de Janeiro, o maior da América Latina.

Segundo Vik, “Minha intenção inicial é conseguir uma reação física do espectador, atraí-lo, cativá-lo. A partir do momento em que consigo isso, posso comunicar a informação que quero passar. Meu sonho é mudar a forma elitista com a qual a arte é encarada. Não acredito na separação entre o popular e o inteligente, como se fossem coisas antagônicas.”

Um detalhe, que para alguns pode passar em branco, são as duas frases estampadas em letras garrafais nas paredes do MASP: “O cérebro não colhe idéias no canteiro do ócio. É, sobretudo, pela interação com o material, pelo trabalho, pelo esforço e, em última instância, pelo fracasso, que nós nutrimos nosso banco de idéias” e “Acredito que nem todas as pessoas sejam artistas, mas todas que desejarem ser possuem tudo o que o mundo tem a oferecer para que, um dia, elas se tornem. Se eu pude, qualquer um pode."

Sou muito ligada a frases e citações e acredito que as duas sentenças acima traduzem um pouco da história e da obra do artista. Aplicando na minha vida, vejo que os pequenos ensinamentos de Vik fazem sentido. Afinal, se não fosse pela repetição, por insistir em traduzir meu pequeno universo em forma de cultura, aqui neste blog, eu não teria porque escrever. E é justamente escrevendo, cada vez mais, que eu posso escrever cada vez melhor. O mundo está aí, cheio de arte, cultura e pessoas interessantes para trocar experiências de vida conosco e o conhecimento é uma questão de tato, entrar em contato, ou melhor, ComTatos.


Exposição ‘Vik’
Retrospectiva com 131 obras do artista plástico Vik Muniz
Realização e coordenação: Aprazível Edições e Arte – Leonel Kaz e Nigge Loddi
Patrocínio: Bradesco Seguros e Previdência
Exposição: de 24 de abril a 19 de julho
Horário de visitação: terça a domingo e feriados, das 11h às 18h; às quintas, das 11h às 20h.
Ingresso: Inteira – R$ 15,00, Estudantes - R$ 7,00, Menores de 10 anos e maiores de 60 anos – Gratuito
Às terças-feiras a entrada é gratuita.

Local: Museu de Arte de São Paulo – MASP
Endereço: Av. Paulista, 1578
Telefone: (11) 3251 5644
Classificação etária: livre
Estacionamento pago no local
Acesso a deficientes

terça-feira, 14 de julho de 2009

HARRY POTTER - A obra literária

Agora que a série cinematográfica do bruxo mais famoso do mundo atualmente está acabando, nunca é tarde demais para falar sobre as suas qualidades, sua contribuição para a literatura, em suma, a importância que os livros de Harry Potter trouxeram para a cultura de uma forma geral, e para as histórias relacionadas ao universo dos romances fantásticos. Vale lembrar e para quem não sabe, as histórias do personagem e dos seus amigos vieram da cabeça da ex-professora de inglês e agora escritora britânica J. K. Rowling. Desde o lançamento do primeiro volume, Harry Potter e a Pedra Filosofal, em 1997, os livros ganharam enorme popularidade e um estrondoso sucesso comercial no mundo afora dando origem aos filmes, e até games, como também a muitos outros itens.

Os sete livros publicados até agora venderam aproximadamente incríveis 400 milhões de exemplares (Dan Brown morre de inveja) em todo o mundo e foram traduzidos para mais de 63 idiomas. Graças ao grande sucesso dos livros, Rowling tornou-se, hoje, a mulher mais rica na história da literatura e uma das mais ricas da Grâ Bretanha. Aqui no Brasil, os livros são publicados pela Editora Rocco.

Grande parte da narrativa se passa na já famosa Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, e tem como foco principal os conflitos que norteiam Harry Potter e o bruxo maligno das trevas, aquele que não se pode pronunciar o nome de tal terrível, o tal de Lord Voldemort (falei, mas foi sem querer). Paralelamente, os livros exploram os mais diversos temas contemporâneos, como a amizade, ambição, escolha, preconceito, coragem, crescimento, responsabilidade moral e as mais diversas complexidades que cinge-se entre a vida e a morte, e tudo isso em volta de um mundo mágico com suas histórias, habitantes, cultura e sociedades.

Todos os sete livros foram minuciosamente planejados e publicados. O sétimo (e até agora, para decepção de muitos fãs, é o último), denominado Harry Potter and the Deathly Hallows, foi lançado nos EUA em 21 de Julho de 2007, no Brasil, em 10 de Novembro.

Os cinco primeiros livros deram origem a grandes sucessos de bilheteria, e o sexto filme começou a ser filmado em outubro de 2007, e será exibibo nos cinemas europeus, norte-americanos e brasileiros em 15 de Julho de 2009, sim, é aquilo que você pensou, estréia mundial, haja bruxaria.

Para quem não sabe, a história começa com o mundo dos bruxos, que tenta manter-se secreto dos Muggles - termo traduzido para o Brasil como "Trouxas" (aqueles que não são bruxos). Por vários anos este mundo foi aterrorizado pelo tal Lord Voldemort. Na noite anterior a sua queda, Voldemort encontrou o esconderijo da família Potter, matando, nessa oportunidade, Líly e James Potter (Lílian e Tiago Potter, no Brasil, arre, essas traduções). Mas, no momento em que apontou a sua varinha contra o bebê dos Potter, Harry, o seu feitiço voltou-se contra ele. Com o seu corpo destruído, Voldemort tornou-se uma espécie de espírito sem nenhum poder, procurando refúgio nos lugares mais sinistros do mundo; Harry foi deixado com a famosa cicatriz em forma de raio em sua testa, o único sinal físico da maldição infrutífera de Voldemort. Assim, Harry ficou conhecido como "O Menino que Sobreviveu" no mundo dos feiticeiros, por ter sobrevivido a maldição da morte e por ter derrotado Lord Voldemort.

E por ai vai, a ida até a casa dos tios e trouxas Dursley, sem saber de seu poder mágico. Porém, no seu décimo primeiro aniversário, Harry tem o seu primeiro contato com o mundo mágico, é nessa oportunidade que recebe as cartas da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, que eram roubadas pelos tios antes que ele pudesse lê-las. Harry é informado por Hagrid, o guarda-caças de Hogwarts, de que ele é um bruxo e deve ocupar sua vaga na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.

Cada livro registra uma ano da vida de Harry em Hogwarts, aonde o persongaem cresce como pessoa e como bruxo, conhecendo mais sobre como usar a magia e a fazer poções. Harry também aprende a ultrapassar muitos obstáculos mágicos, sociais e emocionais que enfrenta em sua adolescência e na segunda tentativa de ascensão de Voldemort ao poder.

Não vou me deter nos demais livros, leia sem demora, pois são diversão garantida.

Por ser uma série na qual cada livro equivale a cerca de um ano de vida do seu protagonista, seu conteúdo amadurece conforme Harry cresce. É curioso verificar que os seus leitores, que começaram a ler a saga ainda crianças, também vão amadurecendo enquanto lêem. A estrutura da história, fica bastante complexa e sofisticada a cada volume, mérito para a talentosa escritora, que não mediu esforços para terminar a história em sete volumes.

Um dos temas mais recorrentes ao longo da série é o amor, retratado como uma poderosa forma de magia. Dumbledore acredita que foi a capacidade de amar que permitiu a Harry que resistisse às tentações de poder do lorde das trevas em seu segundo encontro, e não permitiu que o vilão se apossasse do seu no quinto ano, e será este poder o responsável pela derrota final de Voldemort?

Em contraste, outro tema importante é a morte. Diz a escritora que "Os meus livros abordam bastante a morte. Começam com a morte dos pais de Harry. Há a obsessão de Voldemort em derrotar a morte e conquistar a imortalidade a qualquer preço [...]. Eu percebo porque é que Voldemort quer conquistar a morte. Todos nós temos medo dela", disse Rowling. Curiosamente, o nome de Voldemort significa "vôo da morte" em Latim e Francês, e "roubar a morte" em Francês e Catalão. Os livros são o clássico bem contra o mal e o amor contra a morte. A perseguição que Voldemort mantém com o intuito de se evitar a morte, que inclui situações como beber sangue de unicórnio ou separar a sua alma através do uso de horcruxes, contrasta com o sacrifício de Lilian Potter, o amor por Harry e a magia extraordinária que o seu gesto deixou nele, um sacrifício que Voldemort nunca poderá entender ou apreciar.

Também tem vez o preconceito e a discriminação que também são temas bastante abordados ao longo dos livros. Harry aprende a existência de feiticeiros Sangue-Puro (oriundos de famílias onde só há bruxos) que abominam os sangue-ruim (bruxos de ascendência bruxa e trouxa ou ainda bruxos que vieram de uma família só de muggles) e os consideram inferiores. O meio termo são os bruxos Mestiços, àqueles que tem os pais muggle (ou de família muggle), e o outro ramo pertencente a comunidade bruxa. Os mais preconceituosos dentro da comunidade mágica levam estas designações mais longe, utilizando-as como um sistema de graduação para demonstrar o valor de um feiticeiro, considerando os de Sangue-Puro como sendo superiores e os de sangue-ruim como desprezáveis.

Outro importante tema brilhante que se passa na narrativa é sobre as escolhas. Em Harry Potter e a Câmara dos Segredos, Dumbledore faz, talvez, sua mais importante declaração sobre o assunto: "São as nossas escolhas, Harry, que revelam o que realmente somos, muito mais do que as nossas qualidades". Brilhante.

Dumbledore aborda esse tema novamente em Harry Potter e o Cálice de Fogo, quando diz a Cornelius Fudge que mais importante do que como se nasce, é o que a pessoa se torna ao crescer.

Desta forma, muito dos personagens passam, ao longo dos livros, o que Dumbledore considera "uma escolha entre o que está certo e o que é fácil", tem sido um marco na carreira de Harry Potter em Hogwarts, e as suas escolhas estão entre as características que melhor o diferencia de Voldemort. Tanto Harry como Voldemort foram órfãos criados em ambientes difíceis, fora o fato de partilharem características que incluem, como Dumbledore afirmou, "um raríssimo dom ofidioglota — sabedoria, determinação" e "um certo desapreço por regras". Contudo, Harry, ao contrário de Voldemort, decidiu conscientemente adotar a amizade, a bondade e o amor, enquanto que Voldemort escolheu propositalmente rejeitá-los.

Enquanto que tais idéias sobre amor, preconceito e escolha são, como afirma J.K. Rowling, "profundamente cravadas em todo o enredo", a autora prefere deixar que os temas "cresçam organicamente", em vez de uma estrutura conscientemente tentando transmitir tais idéias ao leitor. A amizade e a lealdade são talvez os temas mais "orgânicos" de todos, aparecendo principalmente na relação entre Harry, Ron e Hermione, relação essa que permite tais temas sejam desenvolvidos naturalmente à medida em que os três personagens crescem na narrativa, e a relação dos personagens amadurece através das experiências acumuladas em Hogwarts testem a fidelidade dos três amigos. Essas provas tornam-se progressivamente mais difíceis, acompanhando o tom cada vez mais escuro e misterioso dos livros e a natureza geral da adolescência.

Por tudo isso e por muito mais essa é uma obra ímpar, aproveite e releia Harry Potter, e assista os filmes o quanto antes...

A Era do Twitter

Muito se tem falado que o Twitter não é bem um substituto do blog na rede, pois suas características de relacionamento rápido, mensagens curtas e bate papo constante o credenciam como um espaço mais parecido com um MSN ao céu aberto do que um espaço para opiniões fundamentadas para um assunto.

Pois bem, eu já tenho outra opinião, acho que o Twitter é algo que pode substituir os blogs no longo prazo. Não todos, é claro. É evidente que os Interneys, Inagakis, Tas e outros espaços populares da rede (e o Comtatos, por que não?) continuarão a ser atualizados e recebendo uma audiência fenomenal, mas não acredito que tenhamos mais esse número exorbitante de espaços brigando por pouco espaço, e, as vezes, por uma audiência de 5, 10 pessoas por dia.

Ninguém gosta de escrever para ninguém.

Aí é que entra o Twitter, nele, você pode, rapidamente, alcançar um público de 100, 200 pessoas, com certa facilidade. E neste espaço, onde você ouve e é ouvido que as pessoas encontrarão um ambiente que não necessite de atualização diária, de pesquisas e opiniões formadas sobre um determinado assunto. Você só precisa dizer o que pensa em até 140 caracteres. Se você for alguma pessoa interessante, será seguido. Se só falar besteiras, as pessoas deixarão de te seguir.

Tão simples quanto 2+2= ?

E você, acha que o Twitter pode substituir os blogs? Ou serão ferramentas complementares?

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Só hoje?

Roqueeeeeee! Ma oeeeeeem! É hoje, meu filho! Vem pra cá! Dançando e rodando, em ritmo de festa! Não, não estou falando do assistente do Sílvio Santos, e sim do ritmo mais cultuado do globo. Afinal, dia 13 de julho é o Dia Mundial do Rock e o CONTACT, digo, ComTatos não poderia deixar esta data passar em branco.

A oficialização do aniversário do bom e velho rock and roll se dá graças ao Live Aid, festival em prol da Etiópia que reuniu shows simultâneos nos Estados Unidos e na Inglaterra. Entre os artistas estavam Elvis Costello, Freddie Mercury, Led Zeppelin, The Who, Paul McCartney, Black Sabbath, The Beach Boys, David Bowie, The Pretenders e Kool and The Gang, em 1985, ano em que esta que vos fala nasceu (com uma trilha sonora dessa eu não poderia deixar de ser ROCKER, né? BLAME IT ON THE LOVE OF ROCK AND ROLL!)


Apesar de ser quase um sexagenário, não se sabe ao certo quantos anos o Vovô Roque completa este ano. ( A Wiki pode te ajudar http://pt.wikipedia.org/wiki/Rock) mas há quem diga que o ROCK AND ROLL nasceu de vários ícones, como Beatles, Jimi Hendrix e Elvis Presley.

O que não muda mesmo é a legião de adeptos do NOTHING BUT A GOOD TIME que o rock consegue atrair. Seja em festivais, shows, reuniões, bares, baladas ou festas. Se a idéia é juntar muita gente, boa música e agito, a trilha sonora tem que incluir rock and roll.

O que não é nada difícil já que o R N’ R é tão versátil que estendeu suas vertentes para as mais diversas variações musicais, como o folk rock, o blues rock, o jazz rock, o samba rock, mistura brasileira que traz um gingado especial à batida tupiniquim, e o pop, afinal o Rei do Pop, Michael Jackson (que Deus o tenha em bom lugar), esperto e competente como ele só, chamou ninguém menos que Eddie Van Halen para assinar o solo de Beat It e Slash de Black or White.

Poser pride

Seja com letras politizadas marcadas pelos protestos políticos, ou pelos versos repletos de WORDS OF LOVE e cheios de malícia e volúpia, a FEVER do rock transita entre todas as nacionalidades e classes sociais. Desta maneira, o poder de abrangência estrapola a esfera musical e marcando presença no comportamento social e também na moda.

Neste quesito a moda rock já ganhou a indústria e a tríade: camiseta preta, jeans e tachas, sempre acompanhada das longas madeixas ostentadas pelos amantes do SOM, ganhou as passarelas. Grandes marcas como Herchovitch, Cavalera, Colcci (e segue a lista) trazem referências roqueiras em suas produções. Mas não é só o rock que está na moda, agora está na moda ter um pé no rock and roll, tanto é que cantores que nunca estariam presentes em um festival de rock não se rendem aos encantos de grandes hinos do ritmo como I LOVE ROCK AND ROLL, entoado pela polêmica Britney Spears (OH, MY GOD tenha piedade!), ou YOU SHOOK ME ALL NIGTH LONG, que já teve seus versos na voz de Shania Twain.

Mesmo que minha MAMA SAID que o rock é coisa do capeta e que seus seguidores têm SYMPATHY FOR THE DEVIL, I BELIEVE que foi QUICKSAND JESUS, LORD OF LIGHT, ou melhor, GOD GAVE ROCK AND ROLL TO YOU e que ele está sempre ALIVE no ANGRY HEART dos BAD BOYS.

DETROIT, digo, São Paulo ROCK CITY!

Não há fronteiras para a abrangência do rock, seja nas STREETS OF LONDON, na AVENIDA PAULISTA em HOLLYWOOD, ou GOING TO BRAZIL. Aliás, quem é paulistano sabe que os roqueiros parecem ANGELs que caíram do HEAVEN diretamente para as ruas de São Paulo, por isso o que não falta é balada dedicada ao ritmo por essas bandas. Como traz a matéria do Guia da Folha, aqui tem point para agradar os "headbangers", os topetudos do rockabilly, a tribo "toca-Raul" e até os indies mais coloridos. C´MON EVERYBODY!

Outro bom passeio para os TURBOLOVERs do rock é conferir um Elvis Presley em tamanho real feita pela artista Leila Boas, na Galeria do Rock, região central da cidade. COME ON e LET´S GO, pessoal!

HEY, BABY, mas não é somente o rock que pode bradar em alto e bom som um sonoro grito de: ENVELHEÇO NA CIDADE. A Kiss FM, a única rádio rock paulistana, também comemora aniversário e lança uma promoção que sorteia uma guitarra Fender por dia, até o fim do mês.

Deu pra perceber que comemoração é o que não falta neste dia do velhinho, né?! Que esta data se repita por muitos e muitos anos e LONG LIVE ROCK AND ROLL!



P.S: E aí, descobriu quais bandas cantam as músicas escritas em caixa alta ao longo do texto? Então deixe as respostas nos comentários. ;)

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Efeito Barack Obama

Olá amigos, sei que percebem o quanto estou ausente, mas estou de volta! Agora falo de internet e tudo o que cerca esse maravilhoso mundo da web, que pode ser fascinante e assustador ao mesmo tempo. Hoje, vou aproveitar um tema que foi aprovado ontem na Câmara dos Deputados. Trata-se da liberação, com ressalvas, das campanhas políticas na web.

Certamente vocês se lembram do fenômeno "Obama" e o estardalhaço que ele causou no modo de se fazer campanhas políticas. O uso da internet como canal de comunicação hoje está mais importante do que nunca e já tendência eem vários países do mundo.

Agora chegou a vez do Brasil.

Pois é, em 2010 é isso que vai acontecer no Brasil e nós assistiremos uma enxurrada de blogs, comunidades no Orkut, canais no Youtube e perfis no Twitter falando sobre as propostas e tentando convencer o eleitor a votar naquele candidato.

Mas e aí? Será que o caminho é só o Spam? Ou dá para ter uma comunicação transparente onde o desafio é ouvir e ser ouvido?

Para tentar entender isso, uma amiga minha foi para Brasilia entrevistar alguns deputados sobre o assunto (outros vídeos estão disponíveis em www.youtube.com/larasqueff).






Será que os eleitores estão preparados para isso? E os políticos, saberão usar essa maravilhosa ferramenta com inteligência?

Perguntas que serão respondidas apenas em 2010...

segunda-feira, 6 de julho de 2009

MARVELS e dicas para Julho

Ser crítico de histórias em quadrinhos às vezes é uma tarefa difícil, mas em outras rende momentos prazerosos, sendo que um desses é poder falar justamente daquilo que mais se gosta, e, não por acaso, achei que em um momento e que as histórias em quadrinhos dos personagens que representam o mundos dos super heróis estarem passando por um momento um tanto confuso, é muito oportuno falar das obras primas que servem como referencia não só para nós, como que para o público em geral.

Marvels tem como um de seus maiores objetivos o de que não se pode vulgarizar o mito, muito pelo contrário, na maioria das vezes, herói tem que ser herói, pode ser que haja um momento mais intimista, sem combates, sem atos que afrontam o senso comum, sem grandes lances de moralidade. Se não há tais características em alguma história de super herói para que serviriam a sua existência?

Há mais ou menos 10 anos atrás foi lançada esta obra-prima dos quadrinhos, em um lance felicíssimo da já conhecida casa das idéias. Mas o aspecto que me leva a falar de Marvels é o que mais me motiva em quadrinhosde super heróis, que é a revitalização dos mitos que mantém viva a chamas do heroísmo, mas de um ponto de vista que até o hoje dia me parece pouco utilizado, pois do que seriam os super heróis se não tivessem bons coadjuvantes, e esse é a principal característica da obra, apesar de mitológica, é uma história basicamente calcada em coadjuvantes. Não é preciso nem falar que o roteiro é muito bom, mérito do competente Kurt Busiek (que é um dos melhores na nobre arte de escrever roteiros nos quadrinhos atualmente, ao lado do Grant Morrison, Garth Ennis e Brian Michael Bendis, em minha humilde opinião lógico), que sintetiza em uma única Graphic Novel toda a mitologia dos super heróis que fizeram a fama da Marvel, mas a pintura hiperrealista de Alex Ross dá o tom da obra, aonde se sobressai até as costuras do uniforme do Capitão América e as chamas do Tocha humana.

Mas o que me faz ressaltar a obra é o seu lirismo, sua classe, sem apelar para o grosseiro, com muitas referências pop (os Beatles no casamento de Red e Susan Richards é uma ótima sacada), é uma obra que é fácil de ler, sem pieguices ou contratempos. Está tudo lá, conflitos entre os heróis e os seres humanos, anti-heróis, preconceitos exacerbados (o lance da menina mutante é o mais marcante de toda a história) e o máximo de drama e heroísmo na visão de pessoas comuns, é como uma espécie de mea culpa, mas transmitida com qualidade.

A obra lançou para fama o grande Alex Ross, cuja arte, até agora, não tem concorrentes, mas sim alguns maus imitadores por assim dizer, seu estilo me lembra de certa maneira as obras do classicismo, com suas facetas realista, os ângulos cinematográficos (uma singela homenagem a Eisner), a utilização das cores, aliás, deve-se comentar que a história não inventa, mas reaquece a apreciação das figuras mitológicas, e de como estes personagens estão enraizados no nosso universo atual, pois não são os quadrinhos uma espécie de releitura das lendas mitológicas, mas com um toque de novo? Pois não eram os deuses os únicos capazes de realizar coisas incríveis e maravilhosas?

Leiam ou releiam Marvels e descubram as maravilhas, pessoalmente.


Dicas para ler no mês

Sargento Rock de Joe Kubert e Peter Carlsson: obra obrigatória, personagem marcante.

Halo Uprising 01: a história é fraca, mas tem Master chief, e desenhos marcantes do grandeee Alex Maleev, com roteiro meio capenga do grande Brian Michael Bendis, mas vale pelo inusitado.

O Pasquim 40 anos: obra mais que obrigatória, com Henfil e companhia.

Para o infinito e além...

Entre Anjos e Panteras

Marco de uma geração por mostrar mulheres dentro de um universo tipicamente masculino, As Panteras (Charlie's Angels) conta a histórias de três detetives saídas da academia de polícia com honras, que foram recrutadas pelo milionário Charlie Towsend para trabalhar em sua agência de investigações, por acreditar que o talento das moças estava sendo desperdiçado na polícia.

A inteligente líder do grupo era Sabrina Duncan (Kate Jackson). A princípio Sabrina teria um papel de maior destaque, já que a atriz Kate Jackson já era bem conhecida nas TVs americanas. Inclusive a atriz recebia um salário duas vezes maior do que o de suas colegas. Os produtores não contavam com o sucesso de Jill Munroe (Farrah Fawcett), a pantera mais sedutora. Farrah foi quem realmente teve sua carreira deslanchada, especialmente após seu famoso poster do maiô vermelho. A permanência da atriz na série, porém durou pouco. Ao final da primeira temporada ela rompeu seu contrato de cinco anos, pois não gostou do rumo que seu personagem estava tomando na série. A última pantera e única que permaneceu durante todas as temporadas é Kelly Garrett (Jaclyn Smith), considerada ao mesmo tempo durona e sensível.

Além das três panteras, temos também John Bosley (David Doyle) como assistente de Charlie e chefe das detetives. Falando em Charlie, ele era o maior mistério da série. Somente sua voz é ouvida nos episódios e, por mais que tentassem, nenhuma das garotas conseguiram descobrir quem ele realmente era.

A série estreou em 22 de setembro de 1976 e foi ao ar até 1981, durando cinco temporadas. Nesse tempo tivemos 6 panteras. Com a saída de Farrah Fawcett, Cheryl Ladd se juntou ao elenco como Kris Munroe, irmã de Jill. Ao final da terceira temporada, foi a vez de Kate Jackson deixar o grupo. Sua primeira substituta, Shelley Hack, no papel de Tiffany Welles, não agradou ao público e logo deu lugar a Tanya Roberts interpretando Julie Rogers.

Farrah fez algumas participações na série após sua saída como pagamento de um acordo por quebra de contrato e sua presença deixou tanto os fãs quanto a imprensa, que aproveitou para lançar rumores sobre a tensão no set de filmagem, empolgada.

A febre causada pelo programa foi enorme. Não demorou para aparecer uma série de produtos, que íam de lancheiras a produtos de beleza, com a imagem das atrizes, que também eram muito procuradas para aparecerem em revistas e comerciais de TV. Mais do isso, As Panteras ditou moda. Do corte de cabelo ao figurino, elas eram seguidas e copiadas por mulheres que identificavam na inteligência e habilidade das personagens todo o potencial que elas mesmas tinham.

Após o final da série, o produtor Aaron Speling tentou fazer uma nova versão no final dos anos 80 chamada Angels' 88, mas esta nunca chegou a ser exibida. Nas telonas, As Panteras ganharam dois filmes, que contavam com as atrizes Cameron Diaz, Drew Barrymore e Lucy Liu como protagonistas.

Onde assistir?
TV a cabo: TCM
DVDs: Apenas dois episódios, "Para Matar Uma Pantera" e "A Noite Do Estrangulador", estão disponíveis no DVD As Panteras - A Série.

Curiosidades:
- Dois desenhos animados se inspiraram na série: Capitão Caverna e as Panterinhas, produzido por Hanna Barbera e Três Espiãs Demais.
- A atriz Michelle Pfeiffer fez testes e quase conseguiu o papel que ficaria com Tanya Roberts.
- Alguns nomes conhecidos que fizeram participações especiais são: Kim Basinger (Angels in Chains), Jamie Lee Curtis (Winning Is for Losers), Tom Selleck (Target: Angels) e Tommy Lee Jones (Pilot)

Dados técnicos:
Duração: 5 temporadas
Total de episódios: 116
Criadores: Aaron Speling, Leonard Goldberg, Ivan Coff e Ben Roberts
Elenco principal:
Sabrina Duncan: Kate Jackson
Kelly Garrett: Jaclyn Smith
Jill Munroe: Farrah Fawcett
John Bosley: David Doyle
Kris Munroe: Cheryl Ladd
Tiffany Welles: Shelley Hack
Julie Rogers: Tanya Roberts
Charlie Townsend: John Forsythe (voz)

quarta-feira, 1 de julho de 2009

A Infância de Ivan

Hoje quero falar sobre um clássico do cinema russo: A Infância de Ivan, o longa-metragem de estréia do genial diretor Andrei Tarkovsky. Em seu primeiro longa Tarkovsky aborda a Segunda Guerra Mundial através da infância perdida de um menino de 12 anos. Personificado magistralmente pelo jovem Nikolai Burlyayev, Ivan, já órfão de pai, perde também a mãe e a irmã, assassinadas por soldados nazistas durante a segunda guerra. Vaga sem lar e sem família, é “adotado” por combatentes guerrilheiros e acaba por se juntar ao exército russo, atuando na linha de frente como espião das posições alemãs. Tudo isso com apenas 12 anos.

Ivan torna-se, na precocidade da vida arrasada, uma máscara indissolúvel de dureza e ódio, por trás da qual vicejam a tristeza e a solidão de uma criança roubada de si mesma. Tarkovsky constrói a dualidade de Ivan através do contraponto entre seus sonhos - memória e desejo de uma infância feliz ao lado da mãe e da irmã -, e sua realidade - na qual se mostra um jovem destituído de qualquer ilusão, irremovível na sua obstinada busca por uma vingança.

O olhar duro, a ausência de sorriso, a fala imperativa e a postura inflexível fazem de Ivan o resultado da guerra, o destroçamento de qualquer esperança, mesmo na possibilidade – ainda incerta, durante o filme – de uma vitória sobre os nazistas. Ao tentar ser convencido a ir para uma escola militar, deixando de atuar na linha de frente, Ivan reage com uma impressionante veemência, expressando claramente o quanto não lhe resta mais de ilusões: “só os covardes descansam em tempo de guerra”.

Ao contrário de qualquer estereótipo da criança órfã de guerra (sofrida, vivendo uma triste e miserável jornada pela sobrevivência ou desolada pelo sofrimento impingido pela vida), Ivan incorpora a transformação oposta, o viés pela fortificação, pela blindagem. Abandona sem hesitar qualquer medo. E vê à sua frente somente a guerra, e tem como sua única opção a luta.

Ivan não é um bravo e destemido herói. É apenas uma criança de 12 anos a quem tiraram a vida e deram a guerra. E ele faz disso sua demanda, pois não tem qualquer outra alternativa, nem qualquer outra ilusão.

Indo além da construção de Ivan como espólio da tragédia da guerra, Tarkovsky constrói também uma obra de arte impressionante, mostrando-se um genial artista no uso da câmera como instrumento de narrativa e de expressão simbólica. O que se vê, desde os primeiros planos é um grande domínio da profundidade de campo e do plano-seqüência, além da utilização de um agudo expressionismo. Como na cena em que Ivan acorda do primeiro sonho, logo no início do filme, e se depara com a realidade novamente. O ângulo inclinado da câmera durante a fuga de Ivan para a outra margem do rio denota claramente a estranheza do novo mundo, o desconcerto da realidade em tempos de guerra. Outro exemplo expressivo é quando Ivan chega a uma base russa exigindo, autoritariamente, que avisem determinado oficial de sua presença na base. Quando finalmente é identificado, passa a escrever códigos militares, enquanto um jovem oficial prepara seu banho. Nesta cena, o uso da profundidade de campo nos apresenta um Ivan agigantado em primeiro plano, com o jovem oficial ao fundo apequenado diante da imponência de um garoto de apenas 12 anos.

É notável também, durante todo o filme, que quase nunca o diretor se utiliza da fórmula campo/contra-campo para os diálogos. Ao invés disso a narrativa se lança em elaborados movimentos de câmera e dos atores. Um jogo de cena exuberante, através do qual, entre pausas e reentradas, constrói-se com perfeição o clima de uma cena através do jogo dos personagens. É com esse recurso que Tarkovsky monta uma das mais belas seqüências da história do cinema, quando o oficial russo corteja a jovem Macha. Toda a seqüência se passa num bosque e é composta de vários planos-sequências com magistrais movimentos de câmera, que culminam com um beijo plasticamente antológico.

Assim, o que impressiona em A Infância de Ivan não é apenas a expressividade do jovem ator na composição de um personagem marcante, mas também a expressividade de todo o filme, onde a cada plano o diretor constrói uma pequena obra de arte e uma aula de estética cinematográfica. E isso tudo em seu longa de estréia, dando desde já a dimensão do gênio que viria a ser o Andrei Tarkovsky.
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A Infância de Ivan (Ivanovo Detstvo)
Dir.: Andrei Tarkovsky
União Soviética / 1962
95 min.

A nova loucura Internética!

Twitter é o nome mais famoso no mundo da internet ultimamente, isso porque, não há nada tão simples de usar e de tão fácil acesso.

O Twitter nasceu em 2006 na terra governada pelo Exterminador do Futuro, California, comunicando os escritórios da região de San Francisco.

Daí por diante o crescimento foi espantoso, atingindo em abril desse ano o fantástico número de 32 milhões de usuários pelo mundo.

Mas, o que faz do Twitter uma febre mundial diferente de tudo que existe nos sites de relacionamento, como orkut, facebook e outros?

Eu vejo como a nivelação de todos os usuários num patamar único, onde todas podem "falar e ser ouvidas" por qualquer pessoas que lá estiver.

Imagine-se falando com um dos gênios dos HQs, Neil Gaiman, ou falando com Marcelo Tas, ou até o possível candidato a presidente José Serra.

Com todo esse sucesso e com o fato do site dar toda essa liberdade de expressão, não demorou muito para a publicidade aparecer por lá.

Sites de eletrônicos, utilidades domésticas e portais criaram perfis para dispor seus conteúdos e para divulgar notícias em tempo real.

Começaram as manifestações políticas, com grande apoio de famosos para retirar Sarney da presidência do senado, após denúncias de nepotismo.

A notícia da morte de Michael Jackson foi o maior exemplo do poder da ferramenta em noticiar, e em 30 minutos o mundo já sabia de sua morte.

O mundo passou a se adequar a esse formato de comunicação: emissoras de tv, rádio, jornais estão disponibilizando seu espaço para interagir.

Com até 140 caractéres, como cada parágrafo deste Post, como podemos ser tão criativos? Estamos na era na comunicação, mas só Chacrinha viu!

Dicas para entender o Twitter

Twitter - Fazeroque from Kuca Moraes on Vimeo.



@ quando precede o username de alguém serve para mencionar algum usuário.

RT significa Retweet, ou seja, encaminhar uma determinada mensagem.

# significa que o que vem após esse símbolo é o tema ou assunto da mensagem como #forasarney ou
#comtatos

Agora que você já sabe, aproveita! Cria sua conta e segue o @comtatos, @nathyburacoff, @i_deia, @RicardoLeite, @fabiocamargo, @albertoluz.

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